Cirurgia de mioma
Clínica de Radiologista intervencionista
especializada em embolização.
Os procedimentos Endovasculares são realizados em ambiente hospitalar com equipamantos de última geração.

Cirurgia de mioma

Antes de passar por uma cirurgia de mioma, é importante saber o que é o mioma e quais os tipos de cirurgia de mioma você poderá optar. O mioma é um tumor benigno, portanto a retirada do útero para tratar o mioma se torna cada vez mais desnecessária. Isso é possível devido ao avanço da medicina nas últimas décadas, equipamentos de última geração, e com o diagnóstico por imagem já é possível fazer uma cirurgia de mioma sem a necessidade de fazer cortes.

É importante entender que não se pode descartar a cirurgia convencional, porém com o avanço da tecnologia é possível tratar do mioma proporcionando mais qualidade de vida independente do tipo de mioma, já que reduz a necessidade de retirar o útero da mulher.

Entrevista com o Dr. Henrique Elkis, falando sobre mioma.

Diagnóstico do mioma

Antes de escolher qual o tipo de cirurgia de mioma é mais adequado, você precisa passar em consulta com seu ginecologista, para que ele possa ajudar a diagnosticar o mioma e solicitar os exames para avaliar qual o tipo de mioma que está se desenvolvendo no útero.

Quanto mais cedo o mioma for diagnosticado, menores serão as chances de complicações. O ginecologista poderá identificar o mioma pelo exame físico (toque vaginal), mas também deverá solicitar os exames de imagem.

Para uma melhor avaliação do comprometimento do endométrio, o Dr. Henrique Elkis sugere a realização de exames mais específicos, como uma ressonância magnética de pelve com contraste e uma videohisteroscopia diagnóstica.  Com o laudo em mãos, o ginecologista poderá sugerir os tratamentos disponíveis para tratar do mioma.

Sendo os mais comuns a Histerectomia (Retirada do útero) e a Miomectomia (Cirurgia de mioma convencional), muito parecida com a cirurgia de Cesária, o médico faz um corte e retira o mioma. O tempo de recuperação de cada uma destas cirurgias pode variar de acordo com a complicação da paciente podendo chegar de 15 a 30 dias de repouso.

Porém, existe a nova técnica de cirurgia de mioma, chamada embolização de mioma. Este procedimento é realizado através de computadores de última geração, a recuperação é rápida e geralmente a paciente já consegue voltar as suas atividades normais entre 3 ou 4 dias.

Além da rápida recuperação desta cirurgia de mioma, o útero da mulher é preservado, oferecendo mais qualidade de vida e proporcionando a mulher a possibilidade de engravidar após o termino do tratamento.

Onde é realizada este tipo de cirurgia de mioma?

A micro-cirurgia de embolização do mioma deve ser realizada nos melhores hospitais e por um especialista. Durante a cirurgia de mioma o paciente é submetido a uma anestesia local.

A micro-cirurgia de mioma é realizada através da punção de uma artéria da virilha onde passa a artéria femoral, o radiologista intervencionista faz um pequeno furo, de no máximo 2 milímetros, por onde é introduzido um catéter para realizar a embolização do mioma. Guiado por um equipamento de radiologia digital com alta definição de imagem, o especialista conduz o catéter até a artéria que leva sangue ao útero.

O período de internação é de 24 horas, e a paciente pode voltar rapidamente às suas atividades dentro de 3 a 4 dias conforme citado. Após a cirurgia de mioma o paciente deve retornar ao Médico Radiologista Intervencionista e no Ginecologista.

Cirurgia de Mioma

tratamento-radiologia_intervencionistaA Radiologia Intervencionista é uma especialidade médica minimamente invasiva, ou seja sem cicatrizes e internações prolongadas.

A Cirurgia de Mioma é um procedimento seguro, que oferece recuperação rápida e é realizada sob anestesia local.

O período de internação é de 24 horas, não há cortes ou cicatrizes e a paciente pode voltar rapidamente às suas atividades.

Além disso, a função uterina é mantida e a gravidez pós-embolização de mioma é hoje uma realidade.

Mioma uterino é comum?

Os miomas uterinos atingem cerca de  50% das mulheres em idade reprodutiva. Dessas, a metade é sintomática e, portanto, necessita de tratamento. Os miomas uterinos podem causar problemas como dores, cólicas, sangramento excessivo, prisão de ventre, perda espontânea de urina, aumento do volume abdominal e ainda dificuldade de engravidar ou de manter uma gestação. O não tratamento do problema pode ser devastador para todas as mulheres.

A Radiologia Intervencionista atua de forma decisiva no tratamento dos miomas uterinos. Realizada por especialistas em Radiologia Intervencionista, essa técnica é realizada sob anestesia local através da punção de uma artéria da virilha. Com catéteres de diâmetros finíssimos, entope-se as artérias que irrigam os miomas com pequenas esferas.  Sem a chegada de sangue, o mioma morre aos poucos até desaparecer completamente após alguns meses.

Após 2 ou 3 ciclos menstruais, a paciente passa a menstruar normalmente. O período de internação é de 24 horas, não há cortes ou cicatrizes e a paciente pode voltar rapidamente às suas atividades. Além disso a função uterina é mantida e a gravidez pós-embolização é hoje uma realidade.

Quais são os principais sintomas provocados pelos miomas?

Entre os sintomas de mioma estão os períodos menstruais intensos e prolongados, sangramentos mensais atípicos e com coágulos. Vale explicar que a mulher perde normalmente cerca de 40ml de sangue em cada menstruação que geralmente dura de 3 a 5 dias.

Como isso varia de mulher para mulher, considera-se um período menstrual intenso ou prolongado aquele que provoca uma perda maior de 100ml, ou tenha duração maior do que 7 dias. É importante observar se essa progressão da intensidade do fluxo menstrual aumenta a cada mês. Caso sim, é indicado procurar um médico para uma avaliação.

Dr. Henrique Elkis enfatiza que na Radiologia Intervencionista é um procedimento inovador e já é aplicado nos Países mais avançados e o principal objetivo deste procedimento é conservar e proporcionar mais qualidade de vida para a mulher. Além de ser uma cirurgia menos agressiva e com menor tempo de recuperação.

Fontes Bibliográficas

Se você ainda está com dúvidas envie um e-mail para o Dr. Elkis.

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