Clínica Elkis Intervenção - Radiologia intervencionista
Quando a Histerectomia é indicada e necessaria? Existe um tratamento alternativo para Histerectomia?

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Clínica de Radiologia Intervencionista Henrique ElkisMédico Especialista Dr. Henrique Elkis
Dr. Henrique Elkis . CRM: 97865 . Médico Radiologista Intervencionista e Cirurgião Endovascular
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Histerectomia

histerectomia é uma operação cirúrgica da área ginecológica que consiste na retirada do útero. A histerectomia pode ser total, quando se retira o corpo e o colo do útero, ou subtotal, quando só o corpo é retirado. Às vezes esta cirurgia é acompanhada da retirada dos ovários e trompas (histerectomia total com anexectomia bilateral ou histerectomia radical).

Sob a nova visão filosófica da ginecologia contemporânea, preservar o corpo humano íntegro e em harmonia significa preservar a saúde física e psicológica da mulher. 

Quais os tipos histerectomia?
Histerectomia abdominal: Feita através de uma incisão no abdómen, por onde se retira o útero.
Histerectomia vagina: Feita através de uma operação através da vagina, por onde se retira o útero.
Vídeo-laparoscopia: Cirurgia é realizada por pequenos orifícios de 5 a 10 mm no abdómen e a retirada do útero é feita pela vagina.

Existe um tratamento opcional da histerectomia?
Sim. A embolização da artéria uterina é uma alternativa que evita a retirada do útero da mulher. Enquanto a Histerectomia retira o útero a embolização preserva, e possibilita que a mulher venha a engravidar, além de proporcionar uma vida mas saudável.

Tratamento alternativo da histerectomia

É importante ressaltar que nem toda paciente precisa retirar o útero.

A avaliação deve ser feita com o ginecologista que poderá apresentar as opções de tratamento de acordo com cada caso.

Havendo a possibilidade de não optar pela Histerectomia o benefício para mulher muito positivo.

Como é feita a embolização do mioma uterino?
Como o mioma é "alimentado" por sangue, o corte desse suprimento leva à morte dos tumores. A técnica da embolização uterina é minimamente invasiva, realizada sob anestesia local e não precisa de pontos, pois não são feitos cortes.

Na região da virilha, onde passa a artéria femoral, o radiologista intervencionista faz um pequeno furo, de no máximo 2 milímetros, por onde é introduzido um cateter. Guiado por um equipamento de radiologia digital com alta definição de imagem, o especialista conduz o cateter até a artéria que leva sangue ao útero.

Pelo cateter é injetado micro partículas esféricas de uso biológico, que vão obstruir essas artérias e interromper o fluxo sanguíneo que alimenta o mioma.

Desta forma, o mioma tende a diminuir e os sintomas são eliminados. Após dois ou três ciclos menstruais, a paciente volta a menstruar normalmente.

Confira neste vídeo como é feita a embolização do mioma uterino e a técnica intervencionista aplicada pelo médico especialista.

Através da embolização o médico elimina facilmente o tumor, sem agredir o paciente e sem deixar grandes cicatrizes que possam comprometer a estética feminina.

Quando a histerectomia é indicada?
São poucos os casos em que a histerectomia é a única opção para se salvar a vida de uma paciente. Porém em algumas situações de acordo com a evolução da doença é necessário a histerectomia, veja algumas:

  1. Câncer ou patologias pré-cancerosas do útero.
  2. Câncer dos ovários.
  3. Câncer de colo uterino invasivo.
  4. Hemorragia incontrolável no pós-parto.
  5. Infecção pélvica severa.
  6. Úteros muitos volumosos.
  7. Úteros deformados por múltiplos miomas.
  8. Ter passado por abortos.
  9. Hiperplasia endometrial complexa com atipias.

    Em outros casos a histerectomia é discutível e precisa ser muito bem analisada entre o Ginecologista e um Radiologista intervencionista, como:

  1. Sangramento uterino anormal sem causa
  2. Dores pélvicas crônica de origem uterina
  3. Cólicas menstruais de forte intensidade (dismenorreia)
  4. Endometriose / adenomiose
  5. Prolapso uterino (queda do útero)
  6. Miomas



A embolização do mioma uterino interfere nas funções normais do útero?
Não. A embolização do mioma facilita a integridade estrutural do útero e sustenta a bexiga, órgãos pélvicos, intestino e ossos. O útero ajuda a separar e a conservar a bexiga na sua posição natural. Já o intestino mantém sua composição própria atrás do útero e passa a ser nutrido por circulações colaterais que conservam sua vitalidade.

A embolização do mioma uterino causa dor?
Não. A embolização do mioma uterino é um procedimento indolor, pois não há terminais de dor no interior das artérias.


Qual o grau de sucesso da embolização de mioma?
A embolização uterina pode ser realizada com sucesso em quase 100% dos casos. Algumas vezes surgem situações mais desafiadoras, como acontece em mulheres que têm uma cirurgia pélvica prévia ou têm variações anatômicas vasculares ou uma patologia vascular associada. Mas a experiência e o treinamento do especialista em radiologia intervencionista, aliado aos recursos tecnológicos que a medicina moderna oferece, permitem resolver a maioria dos casos.

Pesquisas feitas sobre a embolização de mioma podem ser resumidas da seguinte maneira:

  • 9 em cada 10 mulheres que tinham sangramento intenso voltam a ter menstruações normais;
  • 9 em cada 10 mulheres que tinham dor provocada por miomas relatam desaparecimento dos sintomas;
  • O tamanho do útero e dos miomas regride em até 50% três meses após a embolização uterina e em até 90% um ano após;
  • Os efeitos provocados pela embolização são permanentes, o que raramente torna necessário algum procedimento terapêutico adicional. 
Veja nesta entrevista o Jornal Hoje em Dia, Dr. Henrique Elkis explica como é feita a embolização do Mioma:

Embolização
de Mioma



Jornal Hoje em dia - 10/05/2011


O mioma surge a partir de uma célula muscular do útero que cresce desproporcionalmente e se apresenta de vários tamanhos diferentes.

Veja na reportagem o que especialistas falam sobre os sintomas, seus perigos e como ele pode ser curado.

 

Quais são os riscos associados à embolização do mioma uterino?
A embolização uterina é um dos procedimentos mais seguros para o tratamento de mioma, porém, como qualquer procedimento médico oferece algum risco ao paciente. Algumas mulheres podem sentir dor abdominal, como uma cólica, náuseas e febre. Todos estes sintomas são controlados com medicação apropriada. Já um pequeno número de mulheres pode desenvolver infecções que, em geral, são de fácil controle com antibióticos. Mas são raros os casos de mulheres que tiveram lesão uterina e precisaram passar por uma histerectomia, e de mulheres que perderam os seus ciclos menstruais, isto é, entraram na menopausa após a embolização uterina.

Quais os riscos associados à histerectomia?
O Colégio Norte Americano de Obstetras e Ginecologistas estima que 25 a 50% das pacientes submetidas a uma histerectomia terão uma ou mais complicações, embora de pequeno porte ou reversíveis. Uma histerectomia encerra a possibilidade de uma mulher ter filhos. Outras complicações incluem: lesões ao intestino, à bexiga, ureteres (fino tubo que liga o rim à bexiga, levando a urina), sangramento vaginal, infecção, dor pélvica crônica e diminuição da resposta sexual. Como qualquer outro tipo de cirurgia, a histerectomia pode levar a riscos maiores como: 500 mulheres morrem a cada ano, devido a uma histerectomia nos EUA.

O útero também produz uma substância chamada prostaciclina, que é responsável pela inibição da formação de coágulos sanguíneos. Em virtude disto, a remoção do útero pode deixar a mulher mais sujeita a ter tromboses e pode ser um fator de aumento do risco de um infarto. Se os ovários são retirados, a mulher perde sua fonte do hormônio feminino estrogênio. As mulheres que não podem se submeter a terapia de reposição hormonal, terão uma menopausa instantânea e terão uma chance aumentada de desenvolver osteoporose e infartos cardíacos.

Mesmo entre as pacientes que não tiveram seus ovários retirados, muitas mulheres relatam sintomas como: fadiga, ganho de peso, dores articulares, alterações urinárias e depressão, após uma histerectomia.

Quais as vantagens da embolização do mioma uterino com relação à histerectomia?

  • É um procedimento realizado com anestesia local.
  • Não deixa cicatriz ou sequela externa.
  • Pode ser feito em regime ambulatorial ou, no máximo, necessita de um único dia de internação.
  • A recuperação é muito rápida, permitindo que as pacientes retornem às suas atividades habituais apenas três a quatro dias após o procedimento.
  • É altamente eficaz para controlar os sintomas provocados pelo mioma.
  • Trata todos os sintomas do mioma ao mesmo tempo.
  • Os efeitos terapêuticos são permanentes, o que raramente torna necessário um procedimento adicional.
  • Preserva o útero e a possibilidade de fertilidade.
  • Permite a terapia de reposição hormonal, se necessária.


Recomendações:
De acordo com Dr. Henrique Elkis, a principal recomendação é que toda mulher consulte um médico que pedirá um histórico clínico completo, fará exame físico e solicitará ou revisará estudos complementares. Ao concluir que os sintomas são decorrentes da miomatose, o próximo passo é apresentar e discutir todas as opções terapêuticas disponíveis. Quando a paciente aceita realizar a embolização uterina, será necessário revisar os estudos laboratoriais e de imagem - que têm uma validade média de 30 dias - e então agendar a embolização.



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